FEEDFORWARD, prospectando o futuro

Os seres humanos bem-sucedidos mantêm sua mente concentrada no que desejam da vida – e não no que eles não querem. No mundo de hoje, da alta velocidade e alta tecnologia, a observação de Shakespeare – “O que passou é um prólogo” – é especialmente apropriada. Tudo que fizemos no passado serve apenas como uma preparação para a próxima tarefa. E a próxima tarefa tem a ver com o futuro.

Quando visualizamos o futuro que desejamos para nós e para os outros, e quando pensamos seriamente no legado que queremos deixar, temos muito maior probabilidade de dar o primeiro passo nesse sentido.

Formar líderes exemplares, fortalecendo seus liderados.

Fortalecer os colaboradores é essencialmente um processo de transformar os liderados em líderes – de tornar as pessoas capazes de agir por sua própria iniciativa. Cria-se, assim, uma onda positiva, com o poder e a responsabilidade sendo transferidos a outros, e as pessoas agindo corretamente.

Acrescentamos que ser líder significa ser uma pessoa a serviço de outras, tendo como satisfação pessoal a satisfação dos companheiros, vendo no crescimento e progresso dos seus seguidores o seu próprio progresso e crescimento, e, no bem-estar de cada um, o seu próprio bem-estar. A Mileris busca: Formar líderes exemplares, fortalecendo seus liderados. Para tanto está lançando um seminário que vai tratar dessa nova ferramenta de gestão para promover o alinhamento das metas organizacionais e pessoais.

No âmago desse empenho em fortalecer os outros, está a criação de um clima em que as pessoas se sintam totalmente engajadas e no controle das próprias vidas. Em suma, o que você, na condição de líder, deve fazer é transformar seus liderados em líderes. Para realizar essa tarefa é preciso adotar a cultura de coaching que é  um processo, com início, meio e fim, definido em comum acordo entre o coach (líder) e o coachee (colaborador) conciliando as metas organizacionais e pessoais, onde o gerente, como líder, apoia seu  colaborador na busca de realizar metas de curto, médio e longo prazo, através da identificação e uso das próprias competências desenvolvidas, como também do reconhecimento e superação de suas fragilidades.

Quando tratamos das fragilidades, geralmente adotamos o paradigma do feedback.

Feedback é um tema que nunca sai de moda nas empresas. Porém, queremos colocar em pauta um novo conceito para o desenvolvimento humano que é o feedforward. Acreditamos  muito neste conceito, justamente por sua orientação para o futuro. Tanto o feedforward quanto o coaching são orientados para o futuro. São técnicas complementares. Achamos incongruente trabalhar coaching combinado com feedback à moda antiga. Não faz muito sentido mais continuar nesta direção.

A Revista VOCÊ S/A na edição nº 148, página 41, de outubro de 2010 publicou uma pesquisa realizada com 237 gestores onde 90% deles confessaram não saberem aplicar feedback corretamente, apesar de acreditarem que esta ferramenta é poderosa na gestão de pessoas para desenvolvimento comportamental de seus colaboradores. Na mesma pesquisa também foi destacado que 57% dos subordinados declararam que se sentiriam mais motivados e capacitados se recebessem feedback positivo e ou de desenvolvimento. Tais números deixam claro que a prática do feedback não consegue demandar melhorias significativas no desempenho dos colaboradores.

A evolução dos processos de desenvolvimento humano caminham para o coaching com feedforward. Feed, como mecanismo alimentador e Forward, significando para frente, futuro.
feedforward joga luzes para questões do tipo:

  • O que posso fazer para ter melhor performance de hoje em diante?
  • O que posso fazer para ter melhores comportamentos de hoje para frente?
  • O que posso fazer hoje que iniciará um processo de mudança com ótimos resultados no futuro?
  • Que pequenas ações posso realizar hoje, e amanhã e depois de amanhã… O que o somatório dessas ações vão me propiciar no futuro?
  • Quais os benefícios que terei com as mudanças realizadas?
  • Como me sentirei após alcançar as metas de melhoria?
  • Estarei livre para ser “o que” depois desta mudança?

Observamos que as pessoas que conseguem responder a estas perguntas, também conseguem se auto motivarem para o processo de mudança. Adquirem uma visão de futuro inspiradora, além de uma alegria interior a cada pequena conquista realizada, se tornando uma pessoa mais autoconfiante e engajada com a causa.

É consenso geral, no mundo corporativo, que dar e receber feedback é considerada habilidade essencial a um líder. As pessoas precisam saber como estão se saindo, se seu desempenho está atendendo às expectativas e como podem melhorar. Tradicionalmente, os líderes passam essas informações em forma de feedback e recebem de volta em forma de sugestões, ideias inovadoras para produtos e serviços e opiniões a respeito de seu estilo de liderança. Essas informações compõem o feedback em 360 graus, mas seu foco é em eventos do passado, e não nas infinitas possibilidades do futuro. O feedback é limitado e estático, e não expansivo e dinâmico.

As pessoas gostam de receber feedforward por várias e boas razões. Elencamos dez razões, para os líderes modernos, experimentarem o feedforward dentro das organizações. Vamos destacar a primeira para exemplificar a lógica do novo paradigma:

  1. Podemos moldar o futuro, não o passado. O feedforward ajuda a visualizar e enfocar um futuro positivo, em vez de um passado negativo. Quando oferecemos a alguém boas ideias, aumentamos suas chances de sucesso. É mais produtivo ajudar um indivíduo a estar certo do que provar que ele estava errado. Feedback negativo geralmente se resume em provar que o outro está errado, o que só serve para deixar quem escuta na defensiva e fazer quem fala se sentir desconfortável. Mesmo o feedback construtivo costuma ser visto e percebido como negativo. O feedforward é positivo, porque se concentra nas soluções. Ele orienta o nosso líder a começar pensando no fim, conscientizando-o de qual seja o sonho que quer realizar, e depois imaginar como proceder para que isso aconteça. Ele fortalece a “vontade de realização” que induz o colaborador a esforçar-se para melhorar ou satisfazer um padrão de excelência.

As demais razões, bem como a metodologia para a aplicação dessa ferramenta, serão apresentadas no seminário de liderança que será apresentado pela Mileris Consultoria e Treinamento em março próximo. Inscreva-se e venha conhecer instrumentos que farão com que seus liderados se transformem em líderes também.

Os Comportamentos Essenciais do Líder

Como fechar a lacuna entre os resultados prometidos e os alcançados que os líderes buscam hoje nas empresas? O que faz exatamente um líder que está encarregado da tarefa de executar? Há quatro comportamentos essenciais que tornam o líder mais eficaz.

1.Conhecimento da

*Sua equipe

*Sua empresa

2.Autoconhecimento
3.Definição de Metas por Escrito
4.Ampliar as habilidades das pessoas através do Feedforward

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Qual é sua paixão?

Ao falar em paixão, quero referir-me àquela propensão sincera, àquela vibração genuína e profunda em relação a tudo que fazemos. É  a sensação de viver com total intensidade, experimentando a cada momento tudo o que o mundo oferece.

Em última análise, o que você vislumbra para o futuro tem tudo a ver com sua paixão. Com aquele impulso que faz com que você se levante mais cedo e que compromete seu sono à noite. Com aquilo que você considera tão importante que coloca no rol de suas prioridades, e por ele se dispõe a suportar os inevitáveis reveses e fazer os necessários sacrifícios.

Qual  é sua verdadeira paixão?

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Os papéis que representamos na vida

O mundo inteiro é um palco e todos os homens e todas as mulheres são apenas atores.

William Shakespeare

Durante todo o dia representamos os mais diversos tipos, tentando satisfazer as expectativas alheias. Mas nem sempre o fazemos de acordo com o aguardado.

Por exemplo, Maria vai receber alguns amigos para uma reunião como outra qualquer. Mesmo assim, Maria deseja que tudo saia perfeito. Cuida pessoalmente dos últimos detalhes, vê se as coisas estão em ordem e, ao ouvir o sinal da campainha, vai receber o primeiro convidado, já com um sorriso nos lábios. Ela sabe que a anfitriã da festa deve se comportar dessa maneira. E não pretende decepcionar ninguém.

O que Maria não percebe é que está apenas desempenhando um papel. O papel de dona-de-casa maravilhosa que todos esperam dela. E ela atende às expectativas, mesmo porque esse papel a satisfaz. Assim, comporta-se como uma verdadeira atriz, que no final do ato receberá os cumprimentos.

Mas não é apenas Maria que interpreta nessa noite. Seus amigos também vivem o papel de convidados. Afinal, está provado que representamos 24 horas por dia. Só os papéis é que variam, de acordo com a ocasião.

Por isso, muitos sociólogos e psicólogos já estabeleceram comparações entre o comportamento humano e uma peça de teatro. A única diferença é que os atores sabem que seus personagens são falsos, enquanto nós passamos a encarnar verdadeiramente nossos papéis. Continue lendo

A Inteligência Social e a Liderança

“A inteligência social se manifesta na creche, no parquinho, nos quartéis, nas fábricas e nas lojas, mas desafia as condições formais padronizadas dos laboratórios”, foi o que disse Edward Thorndike, psicólogo da Columbia University que propôs o conceito pela primeira em um artigo de 1920 publicado na Harper’s Nonthly Magazine. Thorndike observou que tal eficiência interpessoal era de importância vital para o sucesso em muitas áreas, sobretudo na área da liderança.

O que aprendemos ao longo da nossa caminhada é que não podemos separar a causa de uma emoção do mundo dos relacionamentos.

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Líderes Urdidores

Todos os anos, milhares de empresas fracassam. Algumas fecharam suas portas sem alarde, ainda solventes, mas incapazes de realizar lucro suficiente para que o negócio valesse a pena. Isto é apenas parte da história, porque existe um outro tipo de fracasso, que é a incapacidade de obter completo êxito, tanto possível como desejável. Em outras palavras, a empresa que por pouco não alcança seu pleno potencial. E aí surge a pergunta: “Por que?”

Sem usar o simplismo, uma das respostas plausíveis é: As empresas fracassam porque os líderes titubeiam. E os líderes hesitam porque não urdiram um enredo que privilegie a releitura dos conceitos e desafios da liderança para garantir a perenidade.

A realidade das organizações muda, o ambiente de negócios se modifica, a sociedade se transforma. Transitar pelo novo respeitando o legado e tendo como alicerce práticas e comportamentos sólidos, é um desafio constante para as empresas, especialmente aquelas que nasceram há muitos anos, em contexto bem diferente do atual.

Definir os caminhos é essencial

Cada negócio tem seus fundamentos, que devem ser mantidos e respeitados, mas há aspectos da cultura organizacional que demandam a intervenção assertiva de líderes urdidores que tecem uma cultura e disseminam valores como a solidariedade, a amizade, o respeito, o amor e a confiança como fatores de humanização dos ambientes de trabalho. Continue lendo

Cizânia entre os Baby boomers, a Geração X e a Geração Y

É recorrente o assunto sobre como reter a geração Y. E os que tem mais dificuldades para lidar com esse novo perfil é a turma que nasceu na década de 50. Afinal são três décadas de diferença. Não é só o ano de nascimento que define sua geração. Cada faixa etária tem suas próprias questões financeiras, ambientais e globais. Isso caracteriza a personalidade e comportamento. Nos últimos 50 anos, vimos três gerações. Os baby boomers (1946 a 1964), a geração X (1965 a 1980) e a geração Y (1981 a 1995).

Qual a sua geração?

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Em 2012, Experimente e Assuma Riscos

Para realizar paixões e concretizar sonhos, é preciso ser heterodoxo. É preciso ser um dissidente. Todos os casos de sucessos pessoais que vemos ou ouvimos, falam da necessidade de assumir riscos com ideias ousadas. Nada de grande e de novo se consegue fazendo as coisas da forma como sempre se fez. É preciso experimentar novas estratégias, nunca dantes testadas. É preciso libertar-se da camisa-de-força das normas pétreas, e realizar coisas que julgamos impossíveis.

Nesse ano que começa, você tem de arriscar-se a sair dos limites que impôs a si mesmo. Para realizar coisas extraordinárias no seu departamento, na sua organização ou no seu negócio, é necessário ter uma grande disposição para experimentar e assumir riscos a partir de novas ideias. Para criar um clima em 2012 em que a norma prevalecente seja experimentar e assumir riscos, você como líder, deve pensar grande mas começar pequeno. Sonhe em atravessar esse imenso universo para procurar algum mundo novo, mas comece devagar, com algumas excursões curtas, para testar suas teorias e capacidades. Um velho provérbio africano aconselha: “Nunca meça a profundidade da água com ambos os pés”.

Novos desafios para 2012

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Seja um Líder Catalítico em 2012

Aprecio o conceito da catálise, tanto na ciência quanto na vida pessoal e corporativa. Ser um líder catalítico, no sentido figurado, significa desencadear, incentivar e estimular, através da sua liderança, uma visão positiva do futuro para o ano que vai nascer.

Quando visualizamos o futuro que desejamos para nós e para os outros, e quando pensamos seriamente no legado que queremos deixar, temos maior probabilidade de dar o primeiro passo nesse sentido. Mas, se não temos a mais leve esperança de ver nossos sonhos e aspirações realizados, então as chances de dar certo são zero. Na verdade, seremos incapazes até mesmo de ver a chance que está diante dos nossos olhos.

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A Caixa de Pandora e a Liderança

A Caixa de Pandora é um mito grego que narra a chegada da primeira mulher à Terra e, com ela, a origem de todas as tragédias humanas. Essa história chegou até nós por meio da obra “Os Trabalhos e os Dias”, do poeta grego Hesíodo, que viveu no século VIII a.C., diz a historiadora Maria Luiza Corassin, da Universidade de São Paulo (USP). De acordo com a obra, o titã Prometeu presenteou os homens com o fogo para que dominassem a natureza. Zeus, o chefão dos deuses do Olimpo, que havia proibido a entrega desse dom à humanidade, arquitetou sua vingança criando Pandora, a primeira mulher. Antes de enviá-la à Terra, entregou-lhe uma caixa, recomendando que ela jamais fosse aberta. Dentro dela, os deuses haviam colocado um arsenal de desgraças para o homem, como a discórdia, a guerra e todas as doenças do corpo e da mente. Colocaram também um único dom: a esperança.

 

Qual a relação entre a esperança e a liderança?

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